Admirada por parte da audiência, Maria pode jogar no lixo sua popularidade se continuar insistindo em ficar com Maurício. Dia após dia, a atriz perde um pouco de seu amor-próprio. Quando bebe, então, fica com o saldo devedor.
Duvido que Maria goste de Maurício. É coisa de mulher mimada, que teve quem quis e não consegue tolerar as negativas do cantor. Não se trata sequer de carência, pois até isso tem limite. Maria ultrapassou a barreira da humilhação, muitas vezes sóbria. Nem a desculpa do álcool tem. Ela arma todo um jogo de sedução humilhante apenas para mostrar que consegue tudo o que quer.
Maurício tem sua parcela de culpa nos inconvenientes ataques de Maria. Ele mudou seu comportamento com a atrizAriadna afirmar que Maria já foi garota de programa e presenciou dezenas de pessoas exibindo os vídeos eróticos dela espalhados pela internet.
Por mais que não suporte Maurício e seu falso discurso moralista, ele não tem obrigação de ficar ou transar com a Maria. Por mais intolerável que ele seja, existe algo chamado livre arbítrio. O cantor pega apenas quem quiser.
Nenhum homem é obrigado ficar ou transar com uma mulher que dá em cima dele. Isso não diz nada sobre sua orientação sexual.
Contudo, o caso de Maurício parece ser outro. Primeiro, ele toma a palavra de Ariadna e de desconhecidos como verdade absoluta. Por que não perguntar direto para Maria?
Pior, expõe um repulsivo comportamento machista. Nesta quarta-feira (2/3), por mais de uma vez, ele disse que a atriz é mulher para ir para a cama, não para ter algo sério. A desqualificou por suas atividades profissionais passadas.
Independente do que Maria fez antes do “BBB11”, ela merece respeito como qualquer mulher. Ensaios sensuais e vídeos eróticos não são ilegais. Dinheiro honesto. Portanto, o que Maurício faz é a velha e arcaica condenação moral, sua especialidade. Para o cantor, só existe o bem e o mal, e cabe apenas a ele definir onde as pessoas se encaixam.
Lamentável, após esse comportamento, ainda ouvir seu desejo de estudar Psicologia ao sair do “BBB11”. Imagino Maurício julgando, condenando e dizendo o que os pacientes devem ou não fazer.